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quarta-feira, 12 de junho de 2013

”...não é você quem deve trabalhar pelo dinheiro, mas sim o dinheiro é quem deve trabalhar para você.”




Já pensou em sair das amarras do emprego? Ai vai a dica do Gustavo Cerbarsi. Trabalhe um pouco para si mesmo.



Trabalhar ou enriquecer?

”...não é você quem deve trabalhar pelo dinheiro, mas sim o dinheiro é quem deve trabalhar para você.”

Você já deve ter ouvido aquela máxima que diz que quem trabalha não enriquece. Infelizmente, ela traz uma verdade.
A maioria dos assalariados nunca parou para refletir sobre o motivo de uma empresa lhe pagar salário. Seria por caridade, altruísmo, generosidade? Longe disso: um empregado assalariado dedica nove, dez ou mais horas por dia para, simplesmente, enriquecer os donos ou acionistas da empresa para a qual trabalha.
Passa, portanto, a maior parte de seu tempo dedicando seu suor, sua inteligência, sua experiência e seu networking para gerar riqueza para os outros.
Isso não é injusto; é só a mais franca tradução do que é o capitalismo. Quem tem riqueza põe essa riqueza para trabalhar e multiplicar seu capital, convidando aqueles que não têm capital para ajudá-lo nesse objetivo de multiplicar riquezas. Em troca, oferece parte da riqueza gerada, na forma de salário.
É fundamental, para a sobrevivência do capitalismo, que todo trabalhador perceba isso e se esforce para virar o jogo a seu favor, poupando parte do que ganha (isto é, acumulando capital) para que, no dia em que sua carreira se esgotar, ele tenha capital suficiente para viver de renda ou, melhor ainda, para investir esse capital em um negócio próprio, gerando oportunidades para vários outros trabalhadores sem capital.
Imagine se cada trabalhador de hoje criasse condições de emprego para dois ou três trabalhadores no futuro. Seria muito bom para ele, para os futuros empregados e para a economia como um todo. Obviamente, pensar que todo trabalhador conseguirá isso é uma visão utópica, pois temos que considerar que muitos empreendedores não conseguirão fazer seu negócio sobreviver e que muitas pessoas nem sequer têm vocação para empreender.
Mas é provável que quem continuar dependendo de todo o salário para pagar as contas a cada mês precisará ser empregado a vida toda ou verá seu padrão de vida decair após sua aposentadoria. Se, por outro lado, optar por reservar para o futuro, estará gerando uma riqueza potencial muito importante para todos que o rodeiam.
Para virar o jogo, é preciso entender a essência do papel do trabalhador nas empresas. Quando alguém trabalha, dedica tempo para obter recursos monetários, mas deixa de dedicar tempo para sua família, para cuidar de sua saúde, para suas relações pessoais e para outros projetos pessoais. Muitas pessoas sentem dificuldade em melhorar seus conhecimentos porque dedicam tanto tempo ao trabalho que não sobra tempo para estudos.
Trabalhar, portanto, rouba tempo que o trabalhador poderia dedicar a seus investimentos pessoais, consequentemente prejudicando o aumento de sua riqueza. É por essa interpretação que eu defino salário não como renda, mas sim como indenização. O trabalhador apenas passaria a ter renda quando decidisse construir patrimônio que lhe gerasse ganhos, como aplicações financeiras, imóveis alugados, bens para revenda com lucro ou algo do tipo. Quem optar pelo caminho de ser empregado a vida toda estará se autossabotando, fadando-se a receber uma simples compensação pelo uso de seu tempo em favor dos outros.
Não prego aqui o fim do emprego. Ele sempre será necessário para os primeiros passos em um projeto de construção de riqueza. Quem não tem recursos para investir deve buscar um emprego que lhe gere esses recursos. Porém, por estar nessa condição, é essencial para seu futuro que o trabalhador tenha um projeto de longo prazo, que envolva a acumulação de parte do salário ganho para que, um dia, ele possa abandonar seu emprego e dedicar seu tempo para o crescimento da própria riqueza.
Entender o ganho dos investimentos como renda e o salário como indenização é exatamente a forma de pensar daqueles que enriquecem. Por isso, quem sonha em sair das amarras do emprego deveria trabalhar um pouco para si também.
A conclusão é simples: se você pensa em enriquecer, não é você quem deve trabalhar pelo dinheiro, mas sim o dinheiro é quem deve trabalhar para você.

quarta-feira, 23 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Bill Withers - use me


Bill Withers é de uma congruência artística e vocal imprescindível!!



Bill Withers (Slab Fork, West Virginia, 4 de julho de 1938 ) é um cantor e compositor Norte-Americano muito popular, que teve seu auge no início da década de 1960 até a metade da década de 1980. Suas mais conhecidas músicas incluem "Ain't No Sunshine," "Use Me," "Lovely Day," "Lean on Me", "Grandma's Hands" and "Just the Two of Us".


Albums

  • 1971: Just As I Am (Sussex)
  • 1972: Still Bill (Sussex)
  • 1973: Live at Carnegie Hall (Sussex)
  • 1974: +'Justments (Sussex)
  • 1975: The Best of Bill Withers (Sussex)
  • 1975: Making Music - (Columbia)
  • 1976: Naked & Warm (Columbia)
  • 1978: Menagerie (Columbia)
  • 1979: 'Bout Love (Columbia)
  • 1981: Bill Withers' Greatest Hits (Columbia)
  • 1985: Watching You, Watching Me (Columbia)
  • 1998: The Best of Bill Withers - lovely day (Sony Music Entertainment)
  • 2005: Lovely Day: The Very Best of Bill Withers (Legacy)
  • 2007: Best of (2007)


segunda-feira, 21 de março de 2011

Chico Science - Um passo à frente e você já não está no mesmo lugar

 



Atualmente vivemos em um mundo com mais de seis bilhões de pessoas. E cada uma delas possui sua própria maneira de enxergar o mundo. São na verdade seis bilhões de mundos andando por ai, cada um com seus próprios pensamentos, com sua própria maneira de lidar com os desafios da vida. Por vezes, transformam pequenos desafios em grandes problemas. É aí onde o bicho pega. Você já deve ter ouvido a frase “fulano tem a mania de criar tempestade em copo d água”. Certo? Geralmente falamos isso para aquelas pessoas que percebem pequenos problemas como sendo muito maiores do que eles realmente são. Elas sofrem, se desesperam, ficam nervosas e acabam perdendo um tempo precioso focando os “porquês” do problema. Isso acaba impedindo qualquer chance de resolvê-lo.
A frase que dá nome a esse artigo foi escrita pelo pernambucano Chico Science. Chico foi um cara realmente diferente. Criador do Mangue Beat, estilo musical que misturava maracatu e sons eletrônicos. e líder da banda Chico Science e Nação Zumbi. Ele nos deixou em 1997 em um acidente de carro, e com ele perdemos também uma mente criativa e visionária.
Chico Science me inspirou a dizer, mesmo que todos os problemas estejam caindo em sua cabeça, continue, dê mais um passo, pois, você não irá conseguir resolvê-los parado pensando neles.
Eu sei que é mais fácil descobrir a solução de um problema quando não fazemos parte dele. Não importa se o problema é grande ou pequeno, o importante é não permanecermos no mesmo lugar. A vida é movimento, tudo está se transformando e nesse exato momento você tem uma opção, ficar parado pensando nos problemas, ou mudar a forma como enxerga essa situação para transformar os problemas em desafios que o façam seguir em frente.
A palavra problema paralisa, faz a pessoa reagir, muitas vezes negativamente. A palavra desafio inspira ação, dá energia, faz você seguir adiante. Uma pequena mudança nas palavras gera uma mudança de paradigma. E isso, pode fazer toda a diferença.
Mude a forma como você se comunica com você mesmo e mudará seus pensamentos. Mude seus pensamentos e mudará sua atitude, mude sua atitude e mudará sua vida.

Viva isso!!

Cristiano Calado.

domingo, 20 de março de 2011

Especialistas fazem uma apreciação sobre quatro dos maiores grupos que oferecem cursos de inglês no Brasil.

VEJA on-line

A avaliação dos cursos

Especialistas fazem uma apreciação sobre quatro dos maiores grupos que oferecem cursos de inglês no Brasil. Foram enfatizadas as diferenças entre eles com o objetivo de ajudar na hora da escolha. Eis o resultado:

WIZARD (www.wizard.com.br)
Preço*: a partir de 80 reais
Ponto alto, segundo os especialistas: oferece um tipo de curso no qual o aluno faz aulas individuais num laboratório de línguas, com base em CDs e livros, na hora em que desejar – conta para isso com o professor para esclarecer as dúvidas. A vantagem é que, assim, se evita uma situação comum nos cursos de inglês: a impossibilidade de comparecer às aulas
Observação dos especialistas: os resultados em relação à fluência costumam ser bons, mas deixam a desejar quanto ao aprendizado formal da gramática

CULTURA INGLESA (www.culturainglesa.com.br)

Roberto Setton

Preço: a partir de 170 reais
Ponto alto, segundo os especialistas: prepara os estudantes para prestar os exames da Universidade de Cambridge, que confere diplomas de inglês reconhecidos internacionalmente. As aulas contam com um atrativo adicional: uma lousa eletrônica com base na qual os alunos criam blogs e histórias animadas com recursos multimídia
Observação dos especialistas: dos quatro cursos, é o que mais se detém no aprendizado da estrutura formal da língua

CCAA (www.ccaa.com.br)
Preço: a partir de 150 reais
Ponto alto, segundo os especialistas: num dos cursos, os alunos recebem preparação intensiva para exames internacionais de língua inglesa, como o Toefl, pré-requisito para o ingresso em uma universidade americana
Observação dos especialistas: as aulas atraem a atenção de estudantes sem paciência para o formalismo dos livros didáticos por meio da leitura de publicações estrangeiras e debates sobre assuntos do cotidiano

FISK (www.fisk.com.br)
Preço: a partir de 120 reais
Ponto alto, segundo os especialistas: oferece a opção de turmas pequenas, com até seis alunos – elas custam 10% mais do que as classes regulares
Observação dos especialistas: oferece aulas temáticas nas quais são treinadas, em níveis semelhantes, as quatro habilidades do idioma – conversação, leitura, escrita e compreensão oral da língua

(*) Média mensal, sem incluir a taxa de material

A palavra da especialista

A professora Kátia Tavares, da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, dá sugestões que, segundo mostra a experiência, ajudam a reduzir o risco de erro na escolha de um curso de inglês

CURSOS ESPECÍFICOS ­ Se sua intenção for aprender o jargão do mundo dos negócios ou ler textos acadêmicos, é melhor procurar um curso especialmente desenhado para tais finalidades

NIVELAMENTO ­ Se tiver alguma noção de inglês, tome a iniciativa de pedir um teste – poderá com isso iniciar os estudos numa turma mais avançada

PREÇO ­ Pergunte o que está incluído na mensalidade – às vezes as taxas adicionais fazem praticamente dobrar o valor. Fique atento a eventuais convênios: eles podem resultar em descontos

MÉTODO ­ Não se contente com a explicação teórica sobre a metodologia. Peça para assistir a uma aula

TECNOLOGIA ­ Muitos dos cursos fazem propaganda dos recursos tecnológicos de que dispõem. Não se deslumbre: apenas os que têm fins pedagógicos fazem diferença

Inglês para quem tem pressa

VEJA on-line

Guia
Inglês para quem tem pressa


Monica Weinberg

VEJA TAMBÉM
Nesta edição
A avaliação dos cursos

Cresce no Brasil um tipo de ensino de inglês que promete resultados mais rápidos do que os obtidos nas escolas de idioma tradicionais: são os cursos de imersão, aqueles que reúnem grupos pequenos em hotéis e fazendas onde, durante alguns dias, só se fala, escuta e lê a língua inglesa. Em dez anos, a oferta de escolas do gênero triplicou no Brasil.

Especialistas consultados por VEJA afirmam que as imersões costumam cumprir com a promessa de promover nos estudantes um salto de fluência. O princípio desse tipo de curso é produzir um ambiente no qual se vivencia o inglês na prática – em tempo integral. Mas para que leve a resultados mais consistentes precisa ser repetido mais de uma vez, ressaltam os especialistas. Eles fizeram ainda uma apreciação sobre mais duas modalidades de ensino acelerado de inglês: os cursos intensivos e os ofertados no exterior.

VEJA ouviu gente que passou por pelo menos uma dessas escolas de inglês que, em comum, prometem encurtar o demorado caminho dos cursos tradicionais. Três dessas pessoas contam suas experiências nas páginas deste Guia.

Ele foi para o Canadá

Fabiano Accorsi


GUSTAVO POLI KONNO,
21 anos,estudante de engenharia

Por que ele optou pelo curso no exterior: depois de cursar quatro anos de inglês no Brasil, ele havia evoluído na leitura e na escrita, mas ainda tropeçava ao falar e tinha dificuldade de entender os estrangeiros. Achou que resolveria o problema com uma estada no exterior

Efeito do curso: "Depois de morar dois meses com uma família canadense e freqüentar uma escola de inglês lá, passei a falar com mais desembaraço e já assisto a filmes sem legenda"

Quanto custa ¹: 6000 reais (com estada na casa de uma família) e 7000 reais (em alojamentos das escolas de inglês) por um mês

Como funciona: freqüentam-se no país escolhido cursos de inglês específicos para estrangeiros. A duração é de um a seis meses. Em alguns casos, os estudantes podem arranjar trabalho para ocupar o tempo livre. Os destinos mais comuns são Estados Unidos, Inglaterra e Canadá

Para quem é mais indicado, segundo os especialistas: para quem quer aproveitar as férias no exterior para também melhorar o inglês. Nenhuma outra modalidade de curso leva a resultados tão rápidos

Ressalvas aos interessados: os especialistas recomendam fugir dos cursos de menos de um mês – seu efeito, restrito, costuma não compensar o investimento. Os melhores resultados são observados em pessoas que concluíram pelo menos dois anos de estudo antes de embarcar

Onde se informar: www.ci.com.br, www.stb.com.br,www.worldstudy.com.br e www.experimento.org.br

Imersa numa fazenda

Lailson Santos

DÉBORA DE MELLO, 30 anos, gerente
de recursos humanos em uma corretora

Por que ela optou pelo curso de imersão: havia tempos que não falava inglês e precisa ir aos Estados Unidos em viagem de negócios

Efeito do curso: "Os três dias internada num hotel, à base de inglês do café-da-manhã ao jantar, me deram mais segurança para falar com os americanos"

Quanto custa ¹: 1000 reais (fim de semana)

Como funciona: os grupos permanecem de dois a cinco dias em hotéis e fazendas, onde o único idioma ouvido é o inglês – inclusive na televisão

Para quem é mais indicado, segundo os especialistas: para gente que, como a gerente de recursos humanos, precisa dar uma rápida polida no inglês – a imersão costuma melhorar a fluência em poucos dias. Muitos desses cursos são desenhados para executivos, que aprendem a aplicar jargões típicos do mundo dos negócios ao simular relatórios e palestras

Ressalvas aos interessados: os cursos aceitam apenas pessoas com nível intermediário do idioma, o que é medido por avaliações. Para que alcance resultados mais consistentes, a imersão deve ser repetida mais de uma vez

Opção por um curso intensivo

Lailson Santos


SORAIA AGUILERA SINA,
25 anos,gerente em uma academia de natação

Por que ela optou pelo curso intensivo: formou-se em hotelaria sem saber o inglês básico. Enfrenta há dois anos a maratona de um intensivo com o objetivo de pleitear, em breve, um bom emprego em sua área

Efeito do curso: "Já converso com estrangeiros sem sentir vergonha e não passo mais por uma criança ao escrever em inglês"

Quanto custa ¹: 750 reais por mês

Como funciona: a diferença para um curso tradicional é que no intensivo os estudantes permanecem, em média, oito horas por semana e levam a metade do tempo para concluir os estudos

Para quem é mais indicado, segundo os especialistas: para pessoas que não podem esperar pelos resultados de um curso mais lento nem têm tempo ou dinheiro para estudar no exterior. Ao contrário das imersões, aqui é possível iniciar o curso a partir do nível elementar

Ressalvas aos interessados: não adianta matricular-se sem antes ter certeza de que dispõe de tempo para dedicar-se às inúmeras tarefas de casa típicas desses cursos

Onde se informar: a maioria dos cursos tradicionais oferece a modalidade acelerada – consulte os sites que aparecem na página 118

1 Preços calculados com base na média do mercado.
No caso dos intercâmbios, não incluem a passagem aérea

Onde fazer

Quatro dos cursos de imersão
em inglês mais procurados no Brasil

ENGLISH VILLAGE (www.englishvillage.com.br)
Onde é: em um hotel-fazenda de Indaiatuba
(a 100 quilômetros de São Paulo)
Preço: 990 reais (fim de semana)
Diferencial: no fim do curso, os estudantes prestam o TOIEC, um exame internacional que certifica a fluência no inglês (pré-requisito para algumas das vagas em empresas multinacionais)

LITTLE ENGLAND (www.littleengland.com.br)
Onde é: em uma pousada em Petrópolis (Rio de Janeiro)
Preço ²: 3475 reais (cinco dias)
Diferencial: depois do curso, os alunos têm a opção de prosseguir com os estudos a distância, supervisionados por um professor que envia as lições por e-mail e com quem os estudantes travam conversações por telefone ou pela internet

ENGLISH ISLAND (www.englishisland.com.br)
Onde é: em um hotel de Florianópolis
Preço: 2200 reais (cinco dias)
Diferencial: numa só viagem, aprende-se inglês e, findo o curso, aproveita-se uma cidade atraente ao turismo

CELIL (www.celil.com.br)
Onde é: em uma pousada em Piranguinho (Minas Gerais)
Preço: 1800 reais (cinco dias)
Diferencial: é o que recebe um perfil mais variado de estudantes – de executivos a donas-de-casa

Você está em harmonia entre aquilo que você pensa, fala e faz?

Você está em harmonia entre aquilo que você pensa, fala e faz?

Há uma história atribuída ao famoso líder pacifista Mahatma Gandhi, que, em minha opinião, foi um dos maiores exemplos de congruência.

 Conta que certo dia foi procurado por uma mulher e seu pequeno filho
- Sr. Gandhi, dizia ela, por favor, peça a meu filho para parar de comer açúcar.
Gandhi olhou nos olhos do garoto, e em seguida para a mulher e disse:
- Volte daqui quinze dias!
Duas semanas se passaram e a mulher voltou com o menino.
- Sr. Gandhi, quinze dias se passaram, e eu gostaria que o senhor dissesse para esse menino parar de comer açúcar.
Gandhi olhou para o garoto e disse; – Pare de comer açúcar!
A mulher então disse a ele – É só isso? Por que não disse na primeira vez em que viemos aqui?
Gandhi calmamente respondeu; – É porque há quinze dias eu ainda comia açúcar!

Esse é o maior exemplo de congruência que conheço. A maioria dos chamados líderes não consegue se manter fiel entre discurso e ação. Muitos dizem “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço! Na verdade, esses não são líderes, são apenas chefes com egos inflados.
Eu acredito que todos nós podemos liderar, servir de exemplo e fazer a diferença no mundo, mas para isso, precisamos descobrir quais são os valores mais importantes,e que estamos dispostos a seguir. Não há nada pior do que alguém mente para si mesmo por medo ou apenas para ter alguma vantagem temporária.
Portanto, olhe-se no espelho e pergunte-se, eu estou sendo congruente com meus valores mais importantes, ou estou fazendo as coisas apenas para agradar os outros? Liderança começa no espelho, começa com as pequenas ações diárias e que estejam em harmonia entre aquilo que você pensa, fala e faz.

Pense nisso!